Todo mundo precisa de remédio de vez em quando



segunda-feira, 21 de junho de 2010

Uma caipira em Curitiba - Parte II


Ponto pra quem pensou que justo no primeiro dia eu já iria acordar atrasada. Bem típico de mim. Culpa da noite mal dormida (ora frio, ora calor), da preguiça de levantar pra fazer xixi e de ter a brilhante idéia de por o despertador para vibrar em cima de uma cama macia. Ainda bem que eu tive um sonho muito engraçado que não conseguia de jeito nenhum chegar no trabalho e acabei acordando. O taxi vinha me buscar 7:15. Despertei às 6:49. Bonito, não? Tudo bem, amanhã eu tomo um belo café da manhã pra compensar a falta do de hoje.

Choveu!! O que significa que está frio. : )

Dia no trabalho foi tranqüilo, conheci muita gente bacana! Fui muito bem recebida e como sempre, a Lilian foi um doce de pessoa comigo. Não sei bem de que planeta eles pensam que eu sou, mas o Rodrigo quer que eu lhe apresente uma fazendeira rica – e velha, de preferência.

Mais tarde fui no shopping com a Lilian. Nos divertimos muito! Ela é muito mais legal do que eu me lembrava, fez eu me sentir completamente em casa. Até me deu uma super idéia do presente pra eu levar pro meu namorado (espero que ele goste!).

Não comentei que errei o caminho para o shopping ontem. Daí fiquei com vergonha de dar meia volta pela rua porque tinha muita gente. O jeito foi disfarçar e entrar numa farmácia. Foi então que aconteceu um milagre: do outro lado da rua tem uma loja daquele relógio que estou morrendo de lombriga pra comprar e não existe mais na internet! Só que hoje eu descobri que aquilo não é uma loja, é um pedaço de um outro shopping! Eu fiz uma confusão danada e nem sei mais onde é leste e oeste. O ponto positivo é que nessa loja tem o meu relógioooo! Iuhuuu!

No hotel foi tudo (quase) beleza até eu querer usar o secador, que pra meu desapontamento não funciona. Claro que eu pensei que deveria ter algum truque, assim como o lance da energia. Dessa vez liguei mesmo pra recepção, e o moço disse que deve estar com problema mesmo, e que amanhã vem alguém consertar. Só amanhã... puxa.

Estou com sono e contente com a minha vida de gente grande. Dá até vontade de morar sozinha. Talvez algum dia eu vire curitibana.